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A Unção quebra o jugo! quarta-feira, 10/03/2010 - 09:21

Posted by Bruno Barreto in Palavras.
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Graça e Paz Povo Renovado!

Estou trazendo hoje, uma palavra de impacto para a sua vida. Espero que você seja grandemente abençoado!

Veja o texto a seguir:

“Naquele dia a sua carga será tirada do teu ombro, e o seu jugo do teu pescoço; o jugo será despedaçado por causa da unção.” Isaías 10:27

Diariamente, encontro pessoas que me falam da lutam que estão passando no seu trabalho, no seu casamento, e na sua família. Muitos vivem debaixo de carga espiritual e jugo. Não se atentaram ao poder que a palavra de Deus tem para resolver essas batalhas físicas e espirituais.

O profeta Isaias nos diz que é chegado dia em que toda a carga será tirada e todo o jugo despedaçado por causa da unção!

A carga mencionada no texto se refere a peso, opressão.

O jugo se refere à dominação, dependência.

Muitas pessoas vivem opressas, dominadas por espíritos malignos, e você não precisa carregar esse peso, ficar debaixo desse domínio.

O texto diz que a carga será tirada, e o jugo despedaçado por causa da unção.

Quero dizer que você não precisa ficar carregando esse peso. Março e Abril, dois meses que podem mudar a sua vida. Tome posse. A unção já foi desatada. O poder do Espírito Santo quer agir de uma forma tremenda no seu relacionamento com o seu esposo ou esposa. Entre nesse mover conosco, e veja o que essa poderosa unção de Deus pode fazer na sua vida!

Que o Senhor lhe proporcione uma quarta-feira na Excelência.

Que a unção do Senhor seja desatada na sua vida!

Shalom Shalom

Bruno Barreto e Bruno Jad
“Paladinos da Fé no Mover da Unidade”

O crescimento da fé evangélica terça-feira, 09/03/2010 - 09:35

Posted by Bruno Barreto in Palavras.
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O crescimento da fé evangélica está mudando o Brasil dos esportes à política, das favelas aos bairros chiques, dos presídios à televisão!

país mais católico do mundo está ficando cada vez mais evangélico. O resultado do censo demográfico no quesito religião, divulgado neste ano, mostra que mais de 15% dos brasileiros – um rebanho de 26 milhões de pessoas – são protestantes. É um porcentual cinco vezes maior que em 1940 e o dobro do de 1980. Em Estados como Rio de Janeiro e Goiás, o índice supera 20% dos habitantes. No Espírito Santo e em Rondônia, os evangélicos passam de um quarto da população. Esse ritmo indica que metade dos brasileiros poderiam estar convertidos em cinco décadas – um tempo mínimo quando se fala em avanço religioso.

As conseqüências desse crescimento são muitas. Apenas como sinais das alterações a que esse fenômeno pode levar no perfil das famílias brasileiras, vale citar que os evangélicos, mesmo entre os menos escolarizados, têm menor número de filhos que seus vizinhos de outras religiões. Três quartos das mulheres evangélicas casadas usam contraceptivos. Quase 90% dos adeptos de igrejas evangélicas acreditam que a moral sexual do homem e da mulher deve ser igual, e 65% deles preferem casar-se com algum irmão de fé.

Ao contrário do que acontece com os católicos brasileiros, cuja maior parte nasce dentro da religião mas na maioria dos casos não a segue completamente, os evangélicos levam a prática da fé a sério. Para começar, muitos evangélicos são convertidos – ou seja, escolheram aderir a uma religião por conta própria. Por isso, tendem a se tornar militantes da causa, envolvendo-se nos cultos e nas atividades comunitárias desenvolvidas em torno dos templos que freqüentam. Segundo dados do Instituto Superior de Estudos da Religião (Iser), 80% dos evangélicos dizem participar das cerimônias e das obras sociais com regularidade – uma porcentagem quatro vezes maior que no rebanho católico.


As religiões cristãs não-católicas, como as evangélicas, têm sua origem no começo do século XVI, quando um monge alemão chamado Martinho Lutero se insurgiu contra Roma. No ano de 1517, revoltado com a venda de indulgências pelo papa, Lutero escreveu suas famosas 95 teses, que pregou na porta da catedral de Wittenberg. Foi o estopim da Reforma Protestante, que se tornaria uma das mais profundas transformações sociais da história humana. Com o tempo, do tronco protestante antipapal foram brotando dezenas de denominações. A mais importante dessas subdivisões, a do pentecostalismo, criada pelo pregador negro americano William Joseph Seymour, foi uma explosão de fé. Hoje há mais pentecostais no mundo do que anglicanos, batistas, luteranos e presbiterianos somados.

Ao proliferarem em todas as camadas sociais, os evangélicos estão produzindo mudanças facilmente detectáveis. A mais visível delas acontece em público. Neste ano, o mais retumbante evento da Semana Santa, o Sermão da Montanha, aconteceu numa praça de nome católico, a Praça do Papa, em Belo Horizonte, mas foi liderado por evangélicos. Cerca de 100.000 protestantes de ramos diversos ali apresentaram ao Brasil um refrão que sinaliza os novos tempos: “Um, dois, três, quatro, cinco, mil, queremos um evangélico presidente do Brasil”. Circunstancialmente, foi o presbiteriano Anthony Garotinho, de 42 anos, quem se apresentou como candidato a esses votos. Poderia ser, também, a nova governadora do Rio, a petista Benedita da Silva, fiel da Assembléia de Deus e sucessora de Garotinho no Palácio Laranjeiras. O relevante é que a comunidade protestante se sente forte o suficiente para ter um candidato a presidente.

Nos campos de futebol, a imagem de jogadores mostrando camisetas com mensagens cristãs é a parte espetaculosa de uma mudança profunda nos treinos e nas concentrações. “O ambiente esportivo tornou-se menos hostil depois do aparecimento dos Atletas de Cristo”, diz o secretário-geral da entidade, o ex-piloto de corridas de automóvel Alex Dias Ribeiro. Isso quer dizer que muitos já não participam de brincadeiras machistas e degradantes envolvendo colegas, não se acabam em noitadas na véspera dos jogos e até evitam xingar os juízes. A Associação dos Atletas de Cristo já tem 10.000 inscritos e o time revelação dos últimos anos, o São Caetano, exibe-se com metade da equipe vestindo a camisa de Jesus por baixo do uniforme azul. “Geralmente, esses jogadores são mais educados e têm posturas mais positivas”, compara o ex-técnico da Seleção Brasileira de Futebol Carlos Alberto Parreira.

Em todas as variantes do protestantismo, é missão do fiel e de seu pastor espalhar a palavra do Senhor. Em resumo, ele deve converter seu semelhante. Na maioria dos casos, quanto pior o currículo ético desse semelhante, maior será o esforço para salvá-lo. Em ambientes nos limites da conduta moral, fica mais claro o poder transformador dessa ação. Na Casa de Detenção de São Paulo, onde havia 7.600 presos até o início da desativação, há seis meses, um quinto dos presos era evangélico, a maior parte deles convertida na própria cadeia. A conversão dava o privilégio de viver num pavilhão dos menos tumultuados, num mundo diferente do resto da cadeia. Entre esses homens, nenhum jamais se envolveu com drogas, agressões ou crimes dentro da prisão. Recebiam também mais visitas, interessavam-se pelo mundo exterior, faziam planos para o futuro e tinham mais chance de obter apoio, pelas comunidades, ao deixar a detenção. “Até no asseio pessoal e na arrumação das celas eles se comportavam melhor”, diz o diretor da Casa de Detenção, Jesus Ross Martins, coincidentemente pastor presbiteriano.

A simplicidade facilita a evangelização. Enquanto os católicos fazem cerimônias aos santos, estão sempre sob a mediação dos padres para conversar com Deus até na hora de se confessar e desconhecem os códigos que regem a burocracia de sua igreja, os protestantes são estimulados a falar diretamente com o Senhor e podem usufruir as recompensas por sua fé enquanto vivem, em vez de sofrer calados e esperar a morte para conferir se têm direito ao paraíso. No discurso da maioria dos protestantes, a insegurança, a droga, o alcoolismo, a infidelidade, a vida indigna, o desrespeito, a miséria e todos os eventos ruins que podem atingir uma pessoa compõem as faces diversas de um inferno que se experimenta na terra. Numa troca simples, a igreja evangélica propõe que sua ovelha se afaste do mal e siga um código duro de conduta, oferecendo em troca apoio e reconhecimento por seu sucesso na empreitada. “Num momento, o sujeito se sente desamparado e, no outro, está num ambiente de fraternidade, solidariedade, comunidade e dignidade”, diz o sociólogo Alexandre Brasil Fonseca, autor do livro Evangélicos e Mídia no Brasil. “É fácil entender por que os novos evangélicos se entusiasmam.”

 

As igrejas evangélicas, sobretudo as do chamado ramo pentecostal, penetram com enorme velocidade e sem nenhuma burocracia nas comunidades carentes e oferecem um modelo ético em regiões que as autoridades esqueceram e às quais a polícia leva mais medo que segurança. No livro O Rio de Todos os Brasis (Editora Record, 2000), o economista Carlos Lessa, reitor eleito da Universidade Federal do Rio de Janeiro, afirma que as igrejas evangélicas contribuem para a criação de uma nova ética, que trará reflexos positivos para o país. “Os crentes não transigem quanto às regras e aprendem a cobrá-las de si e dos irmãos”, ele escreve. Pôr um terno para freqüentar o culto, levar uma Bíblia embaixo do braço e ser visto como um modelo de honestidade, para esses crentes pobres, é alcançar pelo menos um pedaço do paraíso da cidadania.

Um terço dos adolescentes envolvidos no tráfico de drogas se diz evangélico. É o tipo da descoberta que mostra quanto os pastores mergulham fundo nas comunidades carentes. “A maioria desses jovens encontrou uma melhora de vida na igreja. Pelo menos eles tiveram contato com disciplina”, diz o sociólogo Ricardo Mariano, autor do livro Neo-Pentecostais – Sociologia do Novo Pentecostalismo no Brasil.

Mas o modelo não se aplica somente aos pobres. Na própria raiz o protestantismo possui a fórmula para pacificar o espírito de quem tem ou persegue a riqueza – numa contraposição à máxima católica de que é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um rico entrar no reino dos céus. Lucrar é legítimo, e a fortuna recompensa quem mais trabalha, reza a inspiração protestante. O pensador alemão Max Weber formulou as bases dessa tese no início do século XX. Várias igrejas evangélicas têm departamentos para atrair gente rica ou famosa. A quantidade de colunáveis convertidos mostra que a estratégia é um sucesso. A ex-modelo Monique Evans, que foi capa de várias revistas masculinas, integra o quadro da igreja chique Sara Nossa Terra. A igreja Vida Nova, de São Paulo, é freqüentada por Íris Abravanel, mulher do homem do SBT, Silvio Santos, e por suas quatro filhas. “Igreja não é só para pobre e ignorante”, diz a pastora e primeira-dama da igreja, Ivonne Muniz.

Essas igrejas oferecem espaço a quem quer rezar num templo sem ouvir condenações sumárias ao capitalismo, como ocorre em certas paróquias católicas. Um dos templos da Renascer em Cristo, em São Paulo, dedica o culto das segundas-feiras aos integrantes da Associação Renascer de Empresários e Profissionais Evangélicos (Arepe). O economista e empresário paulista Ricardo Abbud, de 48 anos, sócio de uma construtora que fatura 500 milhões de reais por ano, é um dos freqüentadores. Na hora de fazer negócios e realizar contratações, Abbud tem preferência por seus irmãos de fé, porque os considera mais éticos e confiáveis. Outra entidade, a Associação de Homens de Negócios do Evangelho Pleno (Adhonep) – com 25.000 filiados no país –, se diz adepta da chamada Teologia da Prosperidade, segundo a qual Deus recompensa fartamente quem mais contribui com sua igreja. Já existe até uma revista, a Consumidor Cristão, com tiragem de 20.000 exemplares, lida por evangélicos e recheada de anúncios com linguagem e até produtos específicos para esse público.

Somando tudo – de CDs a bares e instituições de ensino –, o mercado impulsionado pelos protestantes movimenta 3 bilhões de reais por ano e gera pelo menos 2 milhões de empregos. Na área da mídia eletrônica, há um verdadeiro império evangélico país afora. Existem mais de 300 emissoras de rádio evangélicas no Brasil, centenas de sites e pastores dando plantão on-line, na internet. Uma grande máquina televisiva cumpre também uma extraordinária missão arrecadadora. Não por acaso, a Universal – dona da terceira rede de TV do Brasil, a Record – é a igreja que mais recolhe doações acima dos 10% do dízimo convencional. O rádio e a TV servem ainda de canal para a transmissão de modelos culturais e de comportamento. Aline Barros, uma cantora de 25 anos, pode ser um nome desconhecido para quem acompanha as paradas de sucesso. Mas já vendeu mais de 1 milhão de CDs de música pop evangélica. Cassiane, com 3 milhões de discos vendidos, é outra grande estrela do gênero. A banda de rock pauleira Oficina G3 ultrapassou os limites da igreja, apresentado-se no último Rock in Rio. Na política, os evangélicos são um trator. Anthony Garotinho é só a figura mais ambiciosa entre eles. A bancada evangélica, com mais de cinqüenta parlamentares na Câmara Federal, é unida e atua muito além das barreiras partidárias nas questões relacionadas a costumes ou a interesses da fraternidade crente. Uma das razões para o PL ser cortejado pelo presidenciável petista Luís Inácio Lula da Silva é o fato de o partido ter enorme rebanho ligado à Igreja Universal do Reino de Deus. Enquanto os bispos da Diocese do Piauí baixavam no início do ano uma proibição à candidatura de seus padres a cargos políticos, igrejas protestantes do Brasil inteiro já estavam em ebulição com as preliminares do próximo processo eleitoral. Se o terreno para as conquistas é o Parlamento, nada mais natural para os evangélicos do que ir até lá pegar seu quinhão.

Há também grande investimento em educação. A média de leitura dos evangélicos brasileiros gira em torno de seis livros por ano – o dobro da média nacional. As denominações evangélicas administram quase 1.000 escolas no Brasil, com uma clientela de 740 000 alunos. “Os fundamentos do movimento protestante pregam a moralização do indivíduo e o desenvolvimento de uma ética de responsabilidade social”, diz Almir de Souza Maia, reitor da Universidade Metodista de Piracicaba e presidente da Associação Brasileira de Instituições Educacionais Evangélicas. No tradicional ensino católico, o que se vê é encolhimento. A CNBB divulgou recentemente que 130 escolas católicas de ensino fundamental e médio fecharam as portas nos últimos cinco anos.

Paradoxalmente, o que mais mudou no Brasil com o crescimento da legião evangélica foi a Igreja Católica. De um lado, surgiu a Renovação Carismática, para revigorar os aspectos místicos e milagrosos da fé. De outro, os padres-cantores saíram atrás de fiéis e compradores de CDs. Na mídia, a Igreja fincou uma bandeira em tempo recorde, criando a Rede Vida de rádio e TV, que cobre todo o território nacional. Os resultados, porém, estão longe do esperado. Os católicos falam em crise de vocações. Há sete vezes mais pastores protestantes atuando no Brasil que padres, e na maioria das denominações mais recentes esses ministros são formados em apenas alguns meses. “Muitos logo acabam fundando a própria igreja e aumentando o poder dos evangélicos”, diz o teólogo jesuíta João Batista Libânio. Na prática, eles seguem aquele famoso incentivo: “Crescei e multiplicai-vos”.

SEGURAAAA NÓIZZ!!

Shalon Shalon

Bruno Barreto Sanches

Deixe Deus ter o Controle! segunda-feira, 08/03/2010 - 14:20

Posted by Bruno Barreto in Palavras.
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Graça e Paz Povo do Avivamento,

Estamos Celebrando uma Nova História. Deus também tem uma novidade de vida para você!

Estávamos ausentes, mas estamos de volta.

Veja o texto a seguir:

“Buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive… Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; Fazei, pois, morrer  a vossa natureza terrena.” COLOSSENSES 3.1;2,5

É um desejo natural querer estar no controle de sua vida, contudo, não é um alvo possível.
Assumir que você pode controlar todas as pessoas e situações que surgem em sua vida é uma expectativa irrealista, e isso o levará à frustração e à exaustão. Deus tem um plano abençoado para todas as pessoas, o que inclui uma vida bastante superior a tudo que o mundo possa oferecer, mas atingir isso envolve negar-se a si mesmo. Deus, incansavelmente, combate a
carne, nossa natureza humana, e seu alvo é libertar-nos do controle da carne. O processo de abrir mão e desistir do controle pode ser doloroso, mas o resultado final vale a pena. Assim, pare de querer assumir o controle e deixe Deus ser Deus em sua vida.

Uma excelente semana para vocês.

Shalon Shalon

Bruno Barreto Sanches

“Paladinos da Fé no Mover da Honra”

Uma intervenção Sobrenatural, por uma ação natural! sexta-feira, 12/02/2010 - 08:01

Posted by Bruno Barreto in Palavras.
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Graça e Paz Eleitos de Cristo, 

Queridos, hoje estou trazendo uma grande palavra para ser ministrada na vida de vocês. Receba em nome de Jesus! 

Texto Base: João 5:1-3 

Certo dia, Jesus subiu a Jerusalém para assistir a uma festa dos judeus, e Ele foi a um lugar chamado Betesda. Havia neste lugar um tanque, aonde ali se encontrava uma multidão de enfermos, cegos, coxos e paralíticos. Um anjo descia em certo tempo, e agitava a água. O primeiro que entrasse no tanque, depois do movimento da água, sarava de qualquer doença que tivesse. 

Estava ali um homem, inválido havia trinta e oito anos. Jesus vende-o deitado e sabendo que estava nesse estado há muito tempo, disse-lhe “Queres ser curado?”.                                           

Respondeu-lhe o enfermo: Senhor, não tenho ninguém que me ponha no tanque quando a água é agitada. No instante que estou tentando entrar, desce outro antes de mim. 

Então lhe disse Jesus: Levante-te! Toma a tua esteira e anda. 

Este homem que há tanto tempo buscava o seu milagre esta diante de Jesus aquele que podia realizar o milagre. 

Atente para a pergunta de Jesus e para a resposta do homem. 

Jesus lhe disse: Queres ser curado? 

Ele responde: Não tenho ninguém que me ponha no tanque quando a água é agitada. No instante que estou tentando entrar, desce outro antes de mim. 

Jesus faz uma pergunta, queres ser curado? Ele responde algo que não tem nada a ver.  Não tenho ninguém que me ponha no tanque. 

Então lhe disse Jesus: Levante-te! Toma a tua esteira e anda. 

O Milagre Aconteceu! 

Talvez você se encontre assim, em busca do milagre, e ele está diante de ti. 

Você precisa corresponder à palavra que esta sendo liberada sobre sua vida. 

Jesus disse: Levante-te! Toma a tua esteira e anda. 

Levantar fala de deixar a prostração, o desanimo, posicionar diante das oportunidades. 

Fevereiro, o mês para você desfrutar do seu milagre. 

Há uma palavra especifica para você em Isaias 35. 

“A terra seca se transformará em lagos, e a terra sedenta em mananciais de águas. Águas arrebentarão no deserto, e ribeiros no ermo. O ermo exultará e florescerá como a rosa. A glória do Líbano será sua, e a excelência do Carmelo e Sarom.” 

Isso fala de um tempo glorioso para a sua vida. 

Chegou esse tempo, o tempo da alegria, o tempo da provisão completa, o tempo do crescimento e da multiplicação. 

Levanta-te e anda, viva o seu milagre. 

Shalon Shalon 

Bruno Barreto Sanches 

“Paladinos da Fé Correspondendo a Palavra Liberada”

Decida Ser Transformado! quinta-feira, 11/02/2010 - 08:04

Posted by Bruno Barreto in Palavras.
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Graça e Paz Povo Renovado,

 Hoje estou trazendo uma palavra de impacto para a vida de vocês.

Veja o texto a seguir:

Nós, porém, temos a mente de Cristo (o Messias). 1 Coríntios 2.16

Você fica furioso cada vez que alguém tenta corrigi-lo ou lhe dizer o que fazer porque você pensa que sempre tem razão? Se respondeu sim, estou certo de que você não é uma pessoa feliz. Você não consegue mudar os outros, mas pode permitir que Deus mude sua própria vida para que tais coisas não o incomodem mais.
Com Jesus Cristo como seu Salvador, você aprenderá como viver de forma diferente, você pode ter paz, pode dormir bem à noite, pode gostar de si mesmo, pode restaurar relacionamentos que foram arruinados. Sua mente pode ser renovada para ser como a mente de Jesus, se você ler Sua Palavra e pedir-Lhe para ajudá-lo a viver a vida abundante que Ele veio lhe dar (veja João 10.10).

Tome posse dessa mentalidade.

Deus lhe abençoe nessa quinta-feira.

Shalon Shalon

Bruno Barreto Sanches

“Paladinos da Fé no Mover do Milagre”

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